Vivendo uma vida de aparências

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“Melhor é não ser ninguém e, ainda assim, ter quem o sirva, do que fingir ser alguém e não ter comida.” (Provérbios 12:09)
Fomentado pelo desejo de ter, ter e ter, o homem vive a cada dia numa busca frenética por alcançar os bens que tanto almeja.

Muitas vezes, o preço é alto demais, custando até os relacionamentos. Não temos tempo para dar atenção às pessoas, não temos tempo de ajudar a alguém, não temos tempo de orar, de ler a Palavra, de descansar e até de divertir.
Há uma questão muito séria por detrás de tudo isso: o alto custo de uma vida de aparências. Se não podemos ter, não nos encaixamos nos padrões da sociedade, logo, ficamos à margem do sistema, consequentemente, nos tornamos excluídos. Mas, excluídos de quê?
Todavia penso que esse tipo de exclusão não é nem um pouco ruim. Se preciso quase me matar, para produzir uma aparente vida “próspera”, estar excluído desse meio é uma benção! Salomão já refletia sobre essas coisas; “Melhor é não ser ninguém e, ainda assim, ter quem o sirva, do que fingir ser alguém e não ter comida.” (Provérbios 12:09)Creio que ele observou que muitos passavam necessidade dentro de suas casas
(escassez de afeto, carinho, atenção, intimidade e até de comida), somente para manter um status de poder e riqueza. Jesus nos convida a viver dentro dos padrões que Ele estabeleceu. Ele é a própria Vida. Ele tem um caminho de verdadeira felicidade para nos ensinar. Sua trajetória aqui na terra foi marcada por um viver cheio de simplicidade, mansidão e de amor ao próximo.

Ele não poupou a própria vida pelo bem comum. Não foi egoísta quando dispôs de tudo o que tinha para compartilhar conosco. Seu estilo de vida era baseado na essência de um caráter firmado no Pai e não nas coisas aparentes desta vida. Que Deus nos ajude a viver com simplicidade e autenticidade, neste mundo de aparências.
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